ESPECIALIDADE

IMPLANTES DENTÁRIOS

ver +
ESPECIALIDADE

COROAS ZIRCÓNIO

ver +
ESPECIALIDADE

ORTODONTIA

ver +
Tratamentos que se complementam

Pré-marcação

da sua consulta

  1. Insira o seu nome
  2. Insira o seu endereço de email
  3. Insira o seu número de telefone
  4. Insira o seu número de telefone
  5. Insira a sua mensagem
outras notícias
  • Saiba tudo sobre cáries - Parte II

    5-OS DENTES SÃO AFETADOS TODOS DA MESMA FORMA?
    Não. Os dentes são mais susceptíveis à cárie dentária mal erupcionam porque ainda não atingiram a sua maturação completa. Por outro lado, os dentes molares e pré-molares apresentam uma forma mais irregular, com sulcos e fissuras, permitindo que os restos alimentares se alojem mais facilmente e durante um maior período de tempo nesses locais. Estes factores, associados a uma maior dificuldade de escovagem destes dentes, por se localizarem mais atrás, podem facilitar a acumulação de bactérias e restos alimentares e, como tal, o desenvolvimento precoce de lesões de cárie.


    6-PORQUE É QUE AS CÁRIES PODEM PROVOCAR DORES FORTES NOS DENTES?
    O processo de cárie é geralmente lento e o início é marcado pelo aparecimento de uma mancha branca na superfície do esmalte que ao progredir leva à formação de uma pequena cavidade. Através desta, as bactérias rapidamente atingem a dentina que é um tecido menos duro que o esmalte, sendo, por isso, mais facilmente dissolvido pelos ácidos produzidos pelas bactérias.
    Durante as fases iniciais da doença (cavidades pequenas) não são detectados sintomas significativos. No entanto, em fases mais avançadas (cavidades mais profundas) as queixas podem passar por um desconforto com aumento de sensibilidade e mau hálito, até situações mais complicadas com dor na presença de diferentes tipos de estímulos (quente, frio ou doce), ou mesmo o aparecimento de uma dor espontânea muito intensa. Nestes casos, a cárie atingiu a dentina, originando sintomas cada vez piores à medida que vai ficando mais profunda.

  • Saiba tudo sobre cáries - Parte I

    1-O QUE É A CÁRIE DENTÁRIA?
    É uma doença que afeta quase 90 por cento da população. É provocada pela ação de determinadas bactérias que podem originar a destruição parcial ou total do dente.
    A presença dessas bactérias na boca, associada a uma alimentação inadequada e a uma higiene oral deficiente, facilita o aparecimento de cáries. Em situações extremas, a cárie dentária pode originar infecções de extensão variável e que podem ter graves repercussões na saúde geral do indivíduo.

    2-COMO POSSO SABER SE TENHO CÁRIE DENTÁRIA?
    Quando sente a presença de uma cavidade, ou a ausência de uma parte do dente, muito provavelmente terá uma lesão de cárie dentária já avançada.
    A detecção de cáries numa fase inicial não é fácil e normalmente só consegue ser realizada por médicos dentistas.
    Se notar alguma alteração de cor, como manchas brancas, amareladas, acastanhadas ou pretas na parte superior dos dentes (sulcos e fissuras), deverá consultar o seu médico dentista. As lesões de cárie entre os dentes podem ser potencialmente detectadas ao passar o fio dentário, uma vez que fica preso ou esgaça na sua presença.

    3-COMO PODE SURGIR A CÁRIE DENTÁRIA?
    Quando os alimentos que contêm hidratos de carbono, como os doces, bolos, chocolates, gomas, etc., são ingeridos, as bactérias cariogénicas vão decompô-los e originar ácidos que provocam a dissolução do conteúdo mineral dos dentes e consequentemente o aparecimento de lesões de cárie. Esta ação é particularmente mais eficaz quando estes alimentos são ingeridos muito frequentemente fora das refeições ou à noite antes de deitar.

    4-QUE CUIDADOS DEVO TER PARA PREVENIR A CÁRIE DENTÁRIA?
    - Efectuar uma higiene oral diária correcta;
    - Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia com uma pasta fluoretada após as refeições.
    - A escovagem nocturna é a mais importante e não se deve ingerir mais alimentos após a escovagem;
    - Passar o fio dentário entre os dentes pelo menos uma vez por dia, idealmente à noite;
    - Ingerir refeições nutricionalmente balanceadas e limitar ao máximo o “petiscar” entre refeições;
    - Se não for possível a escovagem após uma refeição principal, pode mascar uma pastilha elástica sem açúcar. No entanto, as pastilhas nunca substituem a escovagem!
    - Visitar o seu médico dentista regularmente.
    - A utilização de algum suplemento de flúor, bem como a indicação para a realização de selamento de fissuras deve ficar sempre ao critério do médico dentista.

  • Impacto dos cigarros eletrónicos

    Os cigarros eletrónicos têm vindo a ganhar popularidade nos últimos anos, sobretudo devido às afirmações de que são melhores para a saúde dos consumidores do que um cigarro tradicional. Mas um estudo norte-americano vai agora investigar se é mesmo assim ou não. É que estes dispositivos eletrónicos que distribuem a nicotina através de um aerossol podem ter efeitos na saúde até agora desconhecidos.

    “Com base nos dados que temos da nossa investigação preliminar, colocamos a hipótese de que estes cigarros eletrónicos e as misturas usadas no aerossol podem perturbar o microambiente da cavidade oral, aumentando a vulnerabilidade às doenças periodontais”, refere Deepak Saxena, investigador da New York University College of Dentistry e um dos responsáveis pelo estudo.

    “Fumar é um dos maiores fatores de risco para as doenças periodontais, para a imunossupressão e para gerar dados nos tecidos moles. Este estudo que vamos agora realizar incluirá 120 indivíduos, incluindo 40 não-fumadores, 40 indivíduos que fumam frequentemente cigarros e que não usam cigarros eletrónicos e 40 indivíduos que fumam exclusivamente cigarros eletrónicos”, acrescenta.

    O objetivo, segundo a equipa de investigadores, é estudar o efeito do aerossol dos cigarros eletrónicos na saúde periodontal. Para isso serão recolhidas amostras de saliva e de placa bacteriana subgengival e realizadas consultas clínicas a um dos indivíduos.

  • Grávidas com atenção à saúde oral

    A conclusão é da organização não-governamental Delta Dental Plans Association: são cada vez mais as mulheres grávidas que procuram consultas de medicina dentária durante a sua gravidez e que prestam atenção à sua saúde oral. O estudo realizado nos EUA incluiu 1300 mulheres com filhos entre os 6 e os 12 anos de idade e mostra que aquela que é frequentemente uma das áreas mais esquecidas durante a gravidez, a saúde oral, começa mais a ser alvo atenção.

    De acordo com o Dental Tribune, o estudo revela que o número de mulheres grávidas que vão ao dentista cresceu cerca de 7% no último ano. “Esta é uma notícia positiva e estamos satisfeitos pelo facto de as mulheres grávidas irem cada vez mais ao dentista durante a gravidez. Os problemas de saúde oral têm maior probabilidade de ocorrer durante uma gravidez, por isso estar alerta é crucial”, refere Bill Kohn, Vice-Presidente da Delta Dental Plan Association.

    Segundo os dados, em 2015 57,5% das mães dos Estados Unidos da América revelaram ter visitado um médico dentista durante a gravidez. O estudo de 2016 revela que esse número cresceu para 63%.

    As mudanças hormonais fazem com que as mulheres grávidas estejam em maior risco de desenvolver problemas de saúde oral, nomeadamente gengivite e periodontite.

     

    Fonte: Saúde Oral

  • Dentistas podem ter papel importante na deteção de doença celíaca

    Podem os médicos dentistas ter um papel importante na deteção e monitorização da doença celíaca em crianças? Um estudo recentemente publicado na revista científica British Dental Journal revela que sim e traça um retrato das várias ‘manifestações oro-dentárias’ que a doença pode ter.

    A doença celíaca é uma patologia imunomediada causada pela ingestão de glúten e que afeta cerca de 1% das crianças e, além das manifestações gastrointestinais, como a diarreia, perda de peso e dores abdominais, pode manifestar-se de outras formas, inclusive na mucosa oral, com defeitos no esmalte dentário, atraso na erupção dos dentes e úlceras orais.

    De acordo com os autores do estudo, nos pacientes que ainda não foram diagnosticados com a doença, estes sinais orais podem ser de grande importância, razão pela qual os dentistas que têm várias crianças como pacientes devem manter-se atentos e informados em relação aos possíveis sinais.

    Recentemente, o European Paediatric Gastroenterology Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) já havia publicado um guia de boas práticas para ajudar os profissionais de saúde a detetar sinais da doença nos seus pacientes. Mas o artigo agora publicado traça um retrato das mais recentes inovações no diagnóstico da doença e foca-se nas manifestações da doença ao nível da saúde oral, podendo ser uma ferramenta importante para os profissionais de medicina dentária.

    Fonte: Saúde Oral