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  • Cuide das suas gengivas

    A bactéria frequentemente associada às doenças da gengiva pode ser um catalisador para o crescimento de células cancerígenas. A conclusão é de um estudo recentemente publicado na revista científica ‘Immunity’ e que explica que a bactéria fusobacterium nucleatum pode prejudicar a capacidade do organismo humano para combater doenças cancerígenas.

    De acordo com os investigadores, “quando combinada com células de tecidos humanos, esta bactéria ‘agarra-se’ às partes do sistema imunitário responsáveis por atacar as células cancerígenas, impedindo-o de realizar a sua função.”

    Ken Lavery, especialista em cirurgia maxilofacial, refere no site da British Dental Health Foundation, que este estudo demonstra que se deve manter uma boa saúde e higiene oral. “O cancro oral está a aumentar cada vez mais e qualquer coisa que as pessoas possam fazer para diminuir os seus riscos é uma boa medida de saúde pública. A prevenção é infinitamente melhor que ter que tratar uma doença, especialmente no que diz respeito ao cancro oral.”

    Fonte: Saude Oral.pt

  • Fio dentário: sim ou não?

    Os especialistas norte-americanos colocaram o fio dentário na ordem do dia ao deixarem de recomendar a sua utilização na higiene oral com o argumento de que não existem estudos suficientes a comprovar a sua eficácia. De acordo com o Expresso, a notícia caiu como uma ‘bomba’ na indústria dentária, mas em Portugal os especialistas “insistem que este é um bom hábito que se deve manter”.

    De acordo com o semanário, o alerta surgiu depois de publicada uma investigação da Associated Press que revela que a recomendação de usar fio dentário deixou de fazer parte das regras emitidas e reavaliadas a cada cinco anos pelos Serviços de Agricultura e Saúde e Serviços Humanos dos EUA.

    Como justificação é referido que a eficácia da sua utilização nunca foi comprovada. Mas José Pedro Figueiredo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, refere ao Expresso que é preciso manter a calma. “Sim, permanece a recomendação do uso do fio dentário para assegurar a remoção eficaz de restos alimentares entre as faces proximais dos dentes, mesmo que seja questionável a sua capacidade de remoção de placa bacteriana (e, mesmo assim, a ausência de prova robusta não significa a extinção da recomendação)”, refere ao jornal.

    A investigação conduzida pela Associated Press refere, no entanto, que os estudos até agora realizados para analisar os benefícios desta prática de higiene dentária possuem conclusões “fracas, pouco sólidas” e de “baixa qualidade”.

    Damien Walmsley, conselheiro científico da British Dental Association citado pela Associated Press, refere inclusive que “é importante dizer às pessoas para fazer o básico. Usar fio dentário não é parte do básico. Utilizar fio dentário pode provocar lesões. Uma utilização descuidada do fio dentário pode causar danos nas gengivas e dentes.”

    O que diz a OMD

    A Ordem dos Médicos Dentistas recomenda que, para manter uma boa higiene oral, é fundamental escovar os dentes duas vezes ao dia com dentífrico fluoretado durante cerca de dois minutos e consultar um médico dentista regularmente, duas vezes por ano. “É ainda importante, para cuidar adequadamente dos dentes e das gengivas, a higienização dos espaços interdentários com fita dentária, escovilhões interdentários e higienização profissional, seguindo as indicações do médico dentista”.

    Para a OMD, a higienização diária dos espaços interdentários onde a escova não chega é fundamental para a remoção dos resíduos dentários que, por ação das bactérias patogénicas, podem facilitar o aparecimento de cárie dentária e doença gengival.


    Fonte: SaúdeOral.pt

  • Estética e bem-estar aumenta procura por tratamentos ortodônticos

    São cada vez mais os adultos que recorrem a tratamentos ortodônticos. A conclusão é de um estudo publicado pela British Orthodontic Society, que revela que no Reino Unido este tipo de tratamentos é cada vez mais popular no seio da população adulta.

    A investigação inquiriu 430 membros da British Orthodontic Society e mostra que 75% dos inquiridos indicam que viram um crescimento na procura por este tipo de tratamentos entre os pacientes com mais de 18 anos de idade.

    Cerca de um quarto dos inquiridos revela inclusive que iniciou cerca de 50 novos casos de tratamentos ortodônticos num ano, sobretudo de pacientes do género feminino. A explicar a tendência parecem estar fatores relacionados com a estética e o bem-estar.

    Alison Murray, Presidente da British Orthodontic Society citada pelo Dental Tribune, explica que “este crescente interesse pelos tratamentos ortodônticos é bem-vindo. Muitos dos adultos que já se submeteram a estes tratamentos reportam níveis mais elevados de autoestima e melhorias na sua qualidade de vida.”

    A nossa Clínica Nova Moita é especializada em tratamentos ortodônticos. Contacte-nos e sinta-se como sempre sonhou.

     

    Fonte: SaúdeOral.pt

  • Saiba tudo sobre cáries - Parte II

    5-OS DENTES SÃO AFETADOS TODOS DA MESMA FORMA?
    Não. Os dentes são mais susceptíveis à cárie dentária mal erupcionam porque ainda não atingiram a sua maturação completa. Por outro lado, os dentes molares e pré-molares apresentam uma forma mais irregular, com sulcos e fissuras, permitindo que os restos alimentares se alojem mais facilmente e durante um maior período de tempo nesses locais. Estes factores, associados a uma maior dificuldade de escovagem destes dentes, por se localizarem mais atrás, podem facilitar a acumulação de bactérias e restos alimentares e, como tal, o desenvolvimento precoce de lesões de cárie.


    6-PORQUE É QUE AS CÁRIES PODEM PROVOCAR DORES FORTES NOS DENTES?
    O processo de cárie é geralmente lento e o início é marcado pelo aparecimento de uma mancha branca na superfície do esmalte que ao progredir leva à formação de uma pequena cavidade. Através desta, as bactérias rapidamente atingem a dentina que é um tecido menos duro que o esmalte, sendo, por isso, mais facilmente dissolvido pelos ácidos produzidos pelas bactérias.
    Durante as fases iniciais da doença (cavidades pequenas) não são detectados sintomas significativos. No entanto, em fases mais avançadas (cavidades mais profundas) as queixas podem passar por um desconforto com aumento de sensibilidade e mau hálito, até situações mais complicadas com dor na presença de diferentes tipos de estímulos (quente, frio ou doce), ou mesmo o aparecimento de uma dor espontânea muito intensa. Nestes casos, a cárie atingiu a dentina, originando sintomas cada vez piores à medida que vai ficando mais profunda.